Mais de R$ 1 bilhão do Abono Salarial 2015 ainda não foi retirado

Aproximadamente 1,46 milhão de trabalhadores ainda não sacaram o Abono Salarial do Programa de Integração Social/ Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PIS/Pasep) Ano-Base 2015. Mais de R$ 1 bilhão ainda não foi retirado por quem tem direito ao benefício. O saque pode ser feito até o dia 28 de dezembro de 2017, e, segundo o Ministério do Trabalho, não haverá nova prorrogação.

Ainda de acordo com informações do ministério, metade de todo esse recurso está no Sudeste, principalmente nos estados de Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro. O chefe de divisão do Abono Salarial do Ministério do Trabalho, Márcio Ubiratan, ressaltou que esse recurso é dos trabalhadores, e aconselhou as pessoas a verificarem se têm direito ao benefício.

“Nós disponibilizamos no site do Ministério do Trabalho a lista com os nomes de todos os trabalhadores com direito ao abono de 2015 e que ainda não sacaram o dinheiro. O trabalhador pode consultar essa lista. Se o nome dele estiver lá, basta dirigir-se ao banco e fazer o saque”, disse.

A consulta pode ser feita clicando em um banner na parte superior do portal do Ministério do Trabalho ou diretamente no link: http://trabalho.gov.br/abono-salarial/consulta-abono-salarial. A pessoa precisa ter em mãos o número do PIS ou do CPF e informar a data de nascimento. Outra forma de descobrir se tem direito ao benefício é comparecendo às agências bancárias.

Para retirar o dinheiro, o trabalhador que possui o Cartão Cidadão e a senha cadastrada pode se dirigir a uma lotérica, a um ponto de atendimento Caixa Aqui ou aos terminais de autoatendimento do banco. Caso a pessoa não tenha o Cartão Cidadão, o valor pode ser retirado em qualquer agência da Caixa, apresentando o documento de identificação.

Já o trabalhador com vínculo em empresa pública possui inscrição Pasep. O pagamento desse programa é feito pelo Banco do Brasil.

Tem direito ao abono a pessoa inscrita no PIS ou no Pasep há pelo menos cinco anos, que trabalhou formalmente por pelo menos 30 dias em 2015, com remuneração mensal média de até dois salários mínimos e que teve seus dados informados corretamente pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (Rais), ano-base 2016.

O valor que cada trabalhador tem para receber é proporcional à quantidade de meses trabalhados formalmente no ano-base, podendo variar de R$ 79,00 a R$ 937,00.

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