Editorial

Ano de 2017 pode ser resumido em uma única palavra no Brasil: corrupção

O ano de 2017 pode ser resumido em uma única palavra: corrupção. Essa é a opinião de 37% dos brasileiros ouvidos pela CAUSE, consultoria especializada na identificação e gestão de causas, em parceria com o Instituto Ideia Big Data.

“Ancorado na série de denúncias e investigações que deram o tom da crise política dos últimos meses, o brasileiro encontrou na palavra ‘corrupção’ o resumo do ano”, afirmou Leandro Machado, sócio da CAUSE.

Você concorda? Duas mil pessoas escolheram a palavra do ano entre cinco finalistas: corrupção (37%), vergonha (26%), crise (18%), tenso (10%), mudança (9%). “A escolha da ‘corrupção’ como palavra do ano reflete um sentimento de descrença que marca o espírito da nossa época”, disse Rodolfo Guttilla, sócio da CAUSE.

Participantes da etapa de consolidação das cinco finalistas que foram a voto popular, o escritor Jorge Caldeira e o jornalista Ricardo Arnt acreditam que esse tipo de pesquisa ajuda a apontar o saldo da percepção dos brasileiros em relação ao ano.

Para o escritor e cientista político Jorge Caldeira, as palavras finalistas revelam um viés crítico da sociedade atual. “Estamos diante de uma situação que o brasileiro quer superar”.

“Participar desta escolha das palavras finalistas é um grande privilégio, pois antecipamos um balanço do ano e avaliamos o sentimento do brasileiro com relação aos acontecimentos do país ao longo de 2017”, ressaltou o jornalista Ricardo Arnt.

A palavra do ano é uma tradição ocidental que vem desde a década de setenta, quando a Society of German Language passou a selecionar o vocábulo que melhor resume o espírito da época.  A partir de então, a ideia se espalhou pelo mundo.

O Brasil tem vivido a época mais corrupta já vista na história do país, onde figura a Operação Lava Jato, que é a maior investigação sobre corrupção realizada até hoje no Brasil, envolvendo a Petrobras, muitos políticos e as maiores empreiteiras.

O Dia Internacional contra a Corrupção foi comemorado no último sábado, 9 de dezembro. A data refere-se à assinatura da Convenção das Nações Unidas contra a Corrupção, em 2003, por parte de 110 países, entre eles o Brasil.

Corrupção é crime! E, apesar disso, vivemos num Brasil corrupto. Toda sociedade corrupta sacrifica seu povo. Como já disse Jô Soares, “a corrupção não é uma invenção brasileira, mas a impunidade é uma coisa muito nossa”. Aqui a justiça tarda demais.

O Brasil é o 79º colocado no último ranking sobre a percepção da corrupção por parte da população, divulgado pela entidade Transparência Internacional – referência mundial na análise do tema. O estudo, divulgado anualmente, analisa 176 países e territórios e funciona da seguinte forma: quanto melhor um país está colocado no ranking, menor é a percepção da corrupção pela população.

A corrupção é o maior obstáculo do desenvolvimento econômico e social. Infelizmente, uma grande parte dos políticos brasileiros interpretou de forma errônea o ensinamento de São Francisco de Assis, que disse: “É dando que se recebe”.

Etimologicamente, corrupção vem do latim corruptus, que significa quebrado em pedaços, despedaçado. A tão corriqueira corrupção pode ser definida como utilização do poder para obter vantagens e fazer uso do dinheiro público visando seus próprios interesses. Ao contrário do que se imagina, a corrupção não é só política, e nem sempre envolve dinheiro, pois existem três formas de se corromper: pelo abuso, pela omissão e pelo desvio. O fato é que aqui no Brasil a corrupção já virou sinônimo de política.

Os brasileiros estão cansados da política com ‘p’ minúsculo que invadiu o Brasil e aqui se instalou. Eu estou cansada. E acredito que você também. O ano de 2018 se aproxima e, com ele, a eleição; mais uma chance de mudar e melhorar esse país que merece tanto ser bem tratado e administrado.

Gazeta da Cidade – Há 19 anos junto de você

O jornal Gazeta da Cidade completou 19 anos na última terça-feira, dia 5 de dezembro. Da sala do diretor Sr. Osmar Paulino, em 1998, para a sua maior sede, na Rua Tiradentes, 218, a Gazeta já documentou e viu muita coisa acontecer. Levando informação com ética, imparcialidade e responsabilidade – esses princípios podem ser encontrados nas 997 edições já publicadas -, ela segue sempre junto de você, leitor, cliente, colaborador, parceiro. A Gazeta da Cidade é o mais antigo jornal sob uma única administração em Extrema e região e o mais tradicional jornal do extremo sul de Minas Gerais.

O ano de 1998 foi marcado por muitos acontecimentos importantes, como, por exemplo: Fernando Henrique Cardoso foi o primeiro presidente do Brasil a se reeleger; a eleição de 1998 foi a primeira (presidencial) a utilizar a urna eletrônica; Tim Maia morreu aos 55 anos; o filme épico de romance Titanic foi lançado no Brasil; a Seleção Brasileira de Futebol sofreu a maior goleada na sua história até então, quando o placar final marcou França 3 x Brasil 0; morreu o cantor Leandro, da dupla sertaneja Leandro & Leonardo, aos 36 anos; o gigante da internet, o buscador mais utilizado pelas pessoas no mundo inteiro, o Sr. Google, nasceu há 19 anos, assim como o jornal Gazeta da Cidade.

Os mais fiéis colaboradores do jornal, que acreditaram na Gazeta desde o início – são quase 20 anos de parceria -, são os Supermercados Kurihara e o Tetra Supermercado. O Kurihara apoia a empresa desde a edição nº. 10, quando saiu o primeiro anúncio do estabelecimento no impresso. Desde então, o Kurihara anuncia em todas as edições ininterruptamente. O outro grande parceiro, Tetra, está com o jornal desde a edição nº. 75, e também nunca deixou de apoiar a Gazeta, com anúncios consecutivos até hoje.

De lá para cá, muita coisa mudou. Os tempos agora são outros, há diversos meios de comunicação, a notícia vem de todos os lugares e de forma cada vez mais rápida, mas a Gazeta da Cidade foi se remodelando para acompanhar a evolução natural dos acontecimentos. Contudo, têm coisas que não foram modificadas, como a seriedade, credibilidade e o compromisso com a verdade, valores construídos apenas com o tempo e experiência.

Quase duas décadas ininterruptas de atividades, enfrentando e crescendo com as novidades da comunicação e ultrapassando crises nacionais, são suficientes para mostrar o sucesso de uma empresa. Há 19 anos a Gazeta da Cidade está com você, sem se ausentar um ano sequer, levando sempre, de forma clara e imparcial, as informações mais importantes de Extrema, região, do Brasil e do mundo e as notícias essenciais para o seu dia a dia.

O jornal é administrado com comprometimento e amor. A empresa segue crescendo e aprendendo, pois, a partir do momento em que não há mais nada para consertar ou melhorar, perde-se a criatividade e, consequentemente, a evolução. Por essas e outras, a Gazeta prioriza a inovação, seu trabalho de restauração não para, mas sua identidade está mais do que firmada: um jornal comprometido com seus leitores, o jornal de maior referência do Sul de Minas Gerais.

Atualmente, a Gazeta circula em cinco municípios: Extrema, Toledo, Itapeva, Camanducaia (e distrito de Monte Verde) e Vargem. No entanto, pessoas de todo o canto do mundo podem acessar as matérias e o conteúdo do jornal, por meio do site (www.gazetadacidade.com), atualizado diariamente, pela fanpage (www.facebook.com/gazetadacidademg) ou, ainda, através do PDF das edições impressas: http://issuu.com/gazetadacidadeextrema.

O jornal é formado por uma equipe perita, que faz das histórias de lutas e conquistas contadas pelo diretor Sr. Osmar Paulino o combustível para buscar sempre o aperfeiçoamento. A família Gazeta da Cidade, neste 19º aniversário, agradece todos os seus leitores, colaboradores, parceiros, clientes e amigos. A todos vocês, o nosso muito obrigado!

Recorde: tratamento para o HIV avança em todo o mundo

O dia 1º de dezembro (próxima sexta-feira) foi estabelecido como o Dia Mundial de Luta Contra a Aids, por meio da Assembleia Mundial de Saúde, realizada em 1987, com apoio da Organização das Nações Unidas (ONU). A data serve para reforçar a compreensão e a solidariedade com as pessoas infectadas pelo vírus HIV, além de incentivar mobilizações para prevenção da doença, levar esperança para os pacientes e diminuir a discriminação. No Brasil, a data passou a ser adotada a partir de 1988, através de uma portaria assinada pelo Ministério da Saúde (MS).

O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (Unaids), cuja meta é acabar com a epidemia da Aids até 2030, já lançou a sua campanha mundial para a mobilização da sociedade sobre o Dia Mundial contra a Aids. A campanha, intitulada “Minha saúde, meu direito”, visa explorar os desafios que as pessoas enfrentam no exercício de seus direitos.

O laço vermelho é o símbolo da luta contra a Aids e foi escolhido devido a sua ligação ao sangue e à ideia de paixão, sendo inspirado no laço amarelo que honrava os soldados americanos na Guerra do Golfo. Foi usado publicamente, pela primeira vez, pelo ator Jeremy Irons (Elizabeth I, O Homem da Máscara de Ferro, Batman v Superman: Dawn of Justice, Liga da Justiça) durante cerimônia de entrega do prêmio Tony Awards, em 1991.

A doença

A Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (Aids) é uma doença provocada pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV), que ataca o sistema imunológico da pessoa, provocando uma alteração no mecanismo de defesa do corpo e ocasionando o surgimento de doenças.

É importante ressaltar que nem sempre uma pessoa portadora do vírus HIV está com Aids. Os médicos costumam dizer que o paciente está com a doença somente quando os sintomas aparecem.

Os soropositivos podem viver diversos anos sem desenvolver nenhum sintoma da doença, mas podem transmitir o vírus através de relações sexuais desprotegidas, contato com sangue contaminado pela transfusão, pelo compartilhamento de seringas contaminadas ou de mãe para filho durante a gravidez e amamentação.

Os primeiros sintomas da Aids são muito parecidos com os de uma gripe, como febre e mal-estar. Depois aparecem os sintomas mais comuns: febre, diarreia, suores noturnos e emagrecimento. Quem chega ao estágio mais avançado da doença, por não saber que está doente ou não seguir o tratamento indicado, pode sofrer de hepatites virais, tuberculose, pneumonia, toxoplasmose e alguns tipos de câncer.

Atualmente, existem os medicamentos antirretrovirais – coquetéis antiaids que aumentam a sobrevida dos pacientes. Mesmo em tratamento, o portador da doença pode levar uma vida normal, sem abandonar sua vida afetiva e social. Lembrando que o tratamento está disponível no Sistema Único de Saúde (SUS) e é um direito de todos.

Estatísticas

Segundo relatório do Unaids, divulgado neste ano, o tratamento para o HIV tem registrado progressos notáveis. O documento aponta o aumento no acesso ao tratamento antirretroviral em todo o mundo. Em 2000, somente 685 mil pessoas vivendo com HIV tinham acesso ao tratamento. Até junho de 2017, esse número era de 20,9 milhões de pessoas (recorde!). De 2010 a 2016, as novas infecções entre crianças diminuíram em 56% no leste e no sul da África, região mais afetada pela doença, e em 47% ao redor do mundo.

No Brasil, foram registradas 49% das novas infecções por HIV – crescimento de 3%. Um ranking do qual com certeza abriríamos mão do primeiro lugar.

Ainda de acordo com o relatório, em 2016: 1,8 milhão de pessoas foram infectadas pelo HIV; existem 36,7 milhões de pessoas em todo o mundo vivendo com HIV; foram registradas 1 milhão de mortes por doenças relacionadas à Aids.

Para mais informações, acesse: www.unaids.org.br.

Ação humana vem destruindo o Pantanal e sua beleza exuberante

O Brasil possui seis biomas: Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica, Pampa e Pantanal. Cada um deles abriga diferentes tipos de vegetação e fauna. A conservação desses ambientes define a existência ou não de habitat para as espécies, a manutenção de serviços ambientais e o fornecimento de bens essenciais a nossa sobrevivência. O Pantanal é considerado uma das maiores extensões úmidas contínuas do planeta, e sofre influência de outros três importantes biomas brasileiros: Amazônia, Cerrado e Mata Atlântica.

Segundo o Ministério do Meio Ambiente, estudos indicam que o Pantanal abriga os seguintes números de espécies: 263 peixes, 41 anfíbios, 113 répteis, 463 aves e 132 espécies de mamíferos (duas endêmicas), ou seja, 1.012 espécies de fauna. De acordo com a Embrapa Pantanal, quase 2 mil espécies de plantas já foram identificadas no bioma – algumas têm forte potencial medicinal.

Considerado o bioma de menor extensão territorial no Brasil, o Pantanal, mesmo com a sua beleza natural exuberante, vem sendo destruído pela ação humana, principalmente pela atividade agropecuária.

O Dia do Pantanal foi comemorado no último domingo, 12 de novembro. “O tema ‘Pantanal’ torna-se especialmente mais importante no atual contexto político e econômico, em que as áreas de conservação ambiental estão constantemente ameaçadas. O desmatamento do Pantanal tem um preço: mais de R$ 24 mil por hectare ao ano – dados de André Steffens Moraes. Considerando que 18% da planície já foi desmatada, o custo total é de R$ 19 milhões ao ano para a sociedade (governo, instituições financeiras e população em geral – todos nós pagamos essa conta!)”, ressaltou o WWF-Brasil, ONG brasileira dedicada à conservação da natureza.

“Isso é terrível porque estamos reduzindo a quantidade das populações animais e vegetais podendo haver um sério risco em extinções de espécies, com a perda da biodiversidade e ainda afetando processos que garantem a disponibilidade de água para as populações”, disse Júlio César Sampaio, coordenador do Programa Cerrado Pantanal do WWF-Brasil.

Para o coordenador da ONG, é preciso entender que é mais rentável preservar que destruir. “O Pantanal fornece aproximadamente R$ 560 bilhões ao ano em serviços ambientais para todo o planeta. Isso seria o que o bioma provê de água, solos produtivos, ar de qualidade, diversidade de peixes, regulação do clima para o globo”.

A doutora em Direitos Humanos e Meio Ambiente, Marli Deon Sette, afirmou que é urgente que haja uma legislação federal que proteja o Pantanal. “Hoje temos convenções (RAMSAR), tratados, tratamento constitucional diferenciado, mas não temos lei nacional específica. O PL750, que tramita no Congresso desde 2011, ainda precisa de vários ajustes para que finalmente, ao ser aprovado, proteja o Pantanal. O PL deve, por exemplo, ser ajustado para conter o uso indiscriminado de agrotóxicos, a construção de hidrelétricas, conter a monocultura da soja e a falta de proteção expressa dos corixos, capões e brejos”, frisou.

O WWF-Brasil, em parceria com a Mauricio de Sousa Produções, realizou um evento para comemorar O Dia do Pantanal. A ação contou com o lançamento de um gibi inédito estrelado pelo personagem Chico Bento.

Um dos fatos preocupantes divulgados no evento foi a ocorrência de chuvas extremas no Pantanal. “Chove mais em menos dias desde pelo menos 1926 até 2016. Isso pode ter relação com o aumento de temperatura do planeta induzida pela emissão antrópica de gases estufa e isso sim pode acarretar em risco hídrico para o Pantanal no médio e longo prazos. Portanto, a conservação da Amazônia é fundamental para manter a segurança hídrica do Pantanal”, alertou o especialista em mudanças climáticas da Embrapa Pantanal, Iván Bergier.

Mulheres e diabetes: nosso direito a um futuro saudável

Na próxima terça-feira, 14 de novembro, será comemorado o Dia Mundial do Diabetes. De acordo com a Federação Internacional de Diabetes (IDF), mais de 400 milhões de pessoas têm a doença em todo o mundo. Nos últimos 10 anos, o número de brasileiros diagnosticados com diabetes cresceu 61,8%, passando de 5,5%, em 2006, para 8,9%, em 2016, conforme mostra a pesquisa Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), divulgada pelo Ministério da Saúde. O estudo também apontou que as mulheres registram mais diagnósticos da doença. Tanto que, neste ano, o tema escolhido para a campanha foi “Mulheres e diabetes: nosso direito a um futuro saudável”.

Com os crescentes números de diagnósticos da doença no mundo, o Dia Mundial do Diabetes foi criado há 26 anos pela Federação Internacional de Diabetes em conjunto com a Organização Mundial da Saúde. Desde 2007, com a aprovação da Resolução das Nações Unidas 61/225, a data faz parte do calendário oficial da Organização das Nações Unidas (ONU). O dia 14 de novembro foi eleito para a celebração por se tratar do aniversário de Frederick Banting que, juntamente com Charles Best, concebeu a ideia que levou à descoberta da insulina, em 1921.

Os principais objetivos da campanha mundial são os seguintes: incentivar os governos para a implementação e fortalecimento das políticas para a prevenção e controle do diabetes; disseminar ferramentas para apoiar as iniciativas nacionais e locais sobre a doença; aumentar a conscientização dos sinais de alerta do diabetes, incentivando o diagnóstico precoce; promover ações para reduzir os principais fatores de risco da doença; realizar atividades para prevenir ou retardar as complicações do diabetes.

No Brasil, a campanha é organizada pela Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD). A entidade e seus parceiros desenvolvem várias ações pelo país para marcar a data. Para conhecer mais detalhes, acesse o site oficial da ação: www.diamundialdodiabetes.org.br.

Segundo a SBD, diabetes é uma doença crônica na qual o corpo não produz insulina ou não consegue empregar adequadamente a insulina que produz. Insulina é um hormônio que controla a quantidade de glicose no sangue, e o corpo precisa disso para utilizar a glicose, obtida por meio de alimentos e que gera fonte de energia.

O controle da alimentação e a prática de atividades físicas são hábitos simples capazes de prevenir e controlar o diabetes tipo 2 – o único tipo da doença que pode ser evitado. Ainda não se sabe ao certo por que as pessoas desenvolvem o diabetes tipo 1. Alguns pacientes nascem com genes que os predispõem à doença, já outros possuem os mesmos genes e não têm diabetes. Este tipo da doença é mais frequente em pessoas com menos de 35 anos, mas ela pode surgir em qualquer idade.

O diabetes pode incluir sintomas como: sede excessiva, perda de peso repentina, fome exagerada, muito cansaço, vontade de urinar frequentemente, má cicatrização, visão embaçada, falta de concentração, além de vômitos e dores estomacais.

Vale ressaltar que no tipo 1 da doença estes sintomas surgem de forma abrupta. Já no diabetes tipo 2, os sintomas podem ser mais moderados ou até inexistentes.

Existe, ainda, o diabetes gestacional, que pode ocorrer com qualquer grávida. Por isso, é importante que todas as gestantes pesquisem, a partir da 24ª semana de gravidez, como está a glicose em jejum e a glicemia após estímulo da ingestão de glicose.

Ainda segundo informações da SBD, as maiores causas de mortalidade no diabético são problemas cardiovasculares, como infarto do miocárdio e acidente vascular cerebral.

O diabetes exige alguns cuidados do paciente que devem ser levados para toda a vida, como medir a glicemia, tomar medicamentos, exercitar-se regularmente e ajustar os hábitos alimentares.

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Arte: Sociedade Brasileira de Diabetes – SBD (www.diamundialdodiabetes.org.br)

De novembro a novembro

O Outubro Rosa (campanha mundial para a prevenção do câncer de mama) chegou ao fim com o término do mês de outubro, dedicado especialmente à saúde da mulher. Contudo, o câncer continua em foco, pois agora estamos no Novembro Azul. Menos divulgada do que o movimento de alerta às mulheres, porém, não menos importante, a iniciativa abrange a parte masculina da população e é celebrada mundo afora. O objetivo é conscientizar os homens a respeito do combate, prevenção e diagnóstico precoce do câncer de próstata.

O Movimento Novembro Azul – ou Movember em outros países – é tão fundamental quanto o Outubro Rosa, pois faz ações mobilizadoras relacionadas ao câncer de próstata e à saúde do homem. O mês de novembro foi escolhido para a realização da campanha por abrigar o Dia Mundial de Combate ao Câncer de Próstata, comemorado no próximo dia 17, uma sexta-feira. Levando em consideração que os homens, muitas vezes, cuidam menos de si e da sua saúde do que as mulheres, além de apresentarem mais resistência para procurar cuidados médicos e realizar atitudes preventivas, a campanha deles se torna ainda mais necessária.

Assim como no Outubro Rosa, prédios, monumentos, entre outros, também recebem uma iluminações especial durante a campanha, só que, claro, na cor azul. O Congresso Nacional e o Cristo Redentor são alguns dos principais exemplos da iluminação diferenciada espalhada pelo Brasil.

Talvez muitos homens – e mulheres – não saibam que o câncer de próstata é o sexto tipo mais comum de neoplasia no mundo e o de maior incidência nos homens. A maioria dos casos aparece em homens com mais de 65 anos. No entanto, é recomendada a todos a partir de 50 anos a realização de exames de rotina. Aliás, a Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) pede que os homens com 45 anos de idade façam exame de próstata anualmente. A idade para o procedimento pode ser ainda menos avançada para quem possui histórico familiar da doença. O preconceito que ronda o exame de próstata deve ser deixado de lado. O procedimento é rápido, simples e indolor!

No Brasil, o câncer de próstata é a segunda maior causa de morte entre homens, sendo que, quando diagnosticado e tratado no início, tem o risco de óbito reduzido. Já aproveitando a oportunidade, é bom citar também os principais sintomas do tumor: dificuldade em iniciar e manter um fluxo constante de urina; fluxo urinário fraco; micção excessiva durante a noite; frequência ou retenção urinária; incontinência.

Um dado alarmante: o câncer de próstata, segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca), é mais incidente que o câncer de mama, o mais frequente no mundo feminino. Outro dado assustador para servir como motivo para os homens procurarem se prevenir é a estimativa de 61.200 novos casos da doença até o final deste ano. De acordo com o último balanço divulgado no site do Inca com o número de mortes de homens devido ao câncer de próstata, 13.772 pessoas do sexo masculino morreram em 2013 pela doença.

O movimento Novembro Azul teve início na Austrália, em 2003, como parte das comemorações do Dia Mundial de Combate ao Câncer de Próstata. No Brasil, a campanha foi criada pelo Instituto Lado a Lado pela Vida, em 2011. Mais detalhes no link: www.ladoaladopelavida.org.br/campanha/novembro.

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Imagem: Instituto Lado a Lado pela Vida

Halloween e Dia do Saci: Viva a diversidade cultural!

Na próxima terça-feira, dia 31 de outubro, será comemorado o Dia do Saci, criado há mais de uma década para ressaltar e homenagear o folclore brasileiro, chamando a atenção para as lendas nacionais. Contudo, talvez muitos não saibam que a data também é uma forma de oposição ao Halloween ou Dia das Bruxas, celebrado nos Estados Unidos e em outros países de língua inglesa – principalmente no Canadá, Irlanda e Reino Unido, no dia 31 de outubro (terça-feira). No entanto, a confraternização brasileira da data estrangeira está se tornando cada vez mais popular e praticada pela sociedade, por meio de festas à fantasia, por exemplo.

Voltando às raízes do Brasil, o Saci Pererê é o personagem folclórico mais conhecido da cultura brasileira. Ele é um menino negro que tem apenas uma perna e está sempre com seu cachimbo e um gorro vermelho, o qual lhe dá poderes mágicos. Ele vive aprontando, fazendo travessuras e se diverte muito com isso. O Saci Pererê gosta de espantar cavalos, queimar comida e acordar pessoas com suas gargalhadas. O Dia do Saci foi criado há mais de dez anos em alguns municípios do país e é celebrado com festas em homenagem ao personagem. Existe, ainda, a elaboração do Projeto de Lei Federal Nº 2.479, de 2013, da Comissão de Educação e Cultura.

A medida diz que: “A data escolhida, 31 de outubro, dia em que se festeja o Halloween, “Dia das Bruxas”, nos Estados Unidos, parece-nos pertinente. A comemoração do Halloween no Brasil – como tantas outras celebrações da cultura norte-americana de forte apelo comercial – tem atraído cada vez maior número de jovens e crianças. Criar, na mesma data, o “Dia do Saci” é, portanto, uma forma de se oferecer à juventude brasileira a alternativa de festejar as manifestações de sua própria cultura”.

O Halloween está ligado a celebrações muito antigas, tendo origem nas tradições dos povos que habitaram a Gália e as ilhas da Grã-Bretanha, entre 600 a.C. e 800 d.C., porém sem os conhecidos símbolos da atualidade, como, por exemplo, as abóboras, e a famosa frase “gostosuras ou travessuras” (trick-or-treat), oriunda dos Estados Unidos.

Originalmente, a data não tinha relação com bruxas, pois se tratava de um festival do calendário celta da Irlanda, o festival de Samhain, celebrado entre 30 de outubro e 2 de novembro, marcando três coisas: o fim do verão, o término da colheita e o Ano Novo.

Entretanto, com o passar do tempo, a celebração do Halloween foi adquirindo algumas origens. Uma delas diz respeito ao 1° de novembro, Dia de Todos os Santos, que está cercado de um valor sagrado e extremamente positivo. Assim, os celtas acreditavam que o mundo poderia ser ameaçado na véspera do evento pela ação de fantasmas. Nesta origem, o Halloween nasceu como uma preocupação simbólica em que a finalidade era afastar a influência dos maus espíritos que ameaçavam as colheitas.

Devido a essa relação com o mundo dos espíritos, o Halloween foi logo associado à figura das bruxas. Atualmente, a data pouco tem a ver com as suas origens, sendo tema de festas, aniversários, eventos e diversões, com imagens de bruxinhas, abóboras e velas, gato preto, vassoura, morcego, e as cores laranja, preto e roxo.

Agora, você decide: Halloween ou Dia do Saci? Eu opto pelos dois. E viva a diversidade cultural!

Outubro Rosa e o Dia D

Cine Teatro de Extrema iluminado de rosa em apoio ao movimento

Foto: Cine Teatro de Extrema iluminado de rosa em apoio ao movimento

 

A campanha Outubro Rosa, de prevenção e combate ao câncer de mama, terá o Dia D neste sábado, 21 de outubro, em Extrema. A Praça Presidente Vargas receberá os profissionais municipais da saúde que vão realizar orientações, sessões de beleza, zumba, promoção da autoestima, testes rápidos e coleta de papanicolau.

A detecção precoce do câncer de mama é muito importante para um tratamento eficaz na busca da cura. Por isso, durante todo o mês de outubro, a Secretaria de Saúde de Extrema promove diversas atividades em suas unidades para auxiliar e informar sobre a doença, além de mostrar os serviços oferecidos no Sistema Único de Saúde (SUS), como mamografia em mulheres de 50 a 69 anos, coleta de papanicolau e exame clínico das mamas.

Neste mês, todas as unidades básicas de saúde (UBS) de Extrema têm palestras e grupos educativos, além das consultas para a Saúde da Mulher. Na verdade, as unidades de Estratégia Saúde da Família (ESF) estão à disposição para atendimento às mulheres sempre, especialmente em outubro.

O câncer de mama é um tumor maligno que se desenvolve como consequência de alterações genéticas em algum conjunto de células da mama, que passam a se dividir descontroladamente. Entre todos os tipos de câncer, o de mama é o mais comum no mundo e no Brasil.

De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca), são esperados, para este ano, mais de 57 mil casos da doença no Brasil e 5.160 novos casos em Minas, incidência de 48,19 casos para cada grupo de 100 mil mulheres. Estima-se que 30% dos casos de câncer de mama possam ser evitados quando são adotadas práticas saudáveis como: atividade física; alimentação saudável; peso corporal adequado, entre outras.

Ainda segundo o Inca, os principais sinais e sintomas do câncer de mama são: caroço (nódulo) fixo, endurecido e, geralmente, indolor; pele da mama avermelhada, retraída ou parecida com casca de laranja; alterações no bico do peito (mamilo); pequenos nódulos na região embaixo dos braços (axilas) ou no pescoço; saída espontânea de líquido dos mamilos. Ao identificar alterações persistentes nas mamas, procure imediatamente um serviço para avaliação. No entanto, vale ressaltar que tais alterações podem não ser câncer de mama, porém, como diz o ditado, é melhor prevenir do que remediar, sempre.

Nós, mulheres, independentemente da idade, podemos conhecer nosso corpo para saber o que é e o que não é normal nas mamas. É importante a observação sempre que nos sentirmos confortáveis para isso (seja no banho, no momento da troca de roupa ou em outra situação do cotidiano), sem técnica específica, valorizando a descoberta casual de pequenas alterações mamárias. Prova de que esse simples ato pode salvar vidas é o fato de que a maior parte dos cânceres de mama é descoberta pelas próprias mulheres.

A campanha do Outubro Rosa é mundial. Desde 1990, o laço cor de rosa simboliza a luta de mulheres contra o câncer de mama. Depois que foi lançado pela Fundação Susan G. Komen for the Cure, o movimento se tornou popular e internacionalmente conhecido. Mas foi em 1997 que, também nos Estados Unidos, começaram as ações para fomentar atividades voltadas à prevenção da doença, recebendo o nome de Outubro Rosa.

A ação de iluminar de rosa os monumentos veio depois, trazendo mais visibilidade para a luta e assumindo importante papel, pois se tornou uma leitura visual, compreendida em qualquer lugar. A primeira iniciativa vista no Brasil foi a iluminação em rosa do Obelisco do Ibirapuera, em São Paulo. No entanto, o país é mundialmente lembrado pelo seu maior símbolo, a estátua do Cristo Redentor, no Rio, que também fica iluminada no Outubro Rosa.

Pais educam, professores ensinam

Com a proximidade da comemoração do Dia do Professor – data celebrada em 15 de outubro, domingo – se faz necessária a lembrança do que é um professor, da sua importância, do seu papel na vida dos jovens e como fonte de conhecimento, sem deixar de lado a questão da desvalorização, violência e desrespeito que os professores vêm sofrendo hoje em dia no Brasil.

O Dia do Professor foi firmado no país em 1827, em um Decreto Imperial de Dom Pedro I, o qual determinou que todas as cidades, vilas e lugarejos tivessem suas escolas de primeiras letras. Porém, a data só foi oficializada no Brasil como feriado escolar em 1963, por meio do Decreto Federal nº. 52.682.

Para se tornar um professor brasileiro é preciso fazer um curso superior em uma área relacionada com o ensino, seja a pedagogia ou um curso na modalidade de licenciatura, por exemplo. Nesse contexto, já é fácil entender que os professores estudam para repassar seu aprendizado e conhecimento para os alunos.

Pais educam, professores ensinam. Muitas famílias acusam a escola de não cumprir satisfatoriamente o seu papel, mas, muitas vezes, essa visão do papel do professor está equivocada, distorcida. Professores carregam a cobrança de educar os estudantes em sala de aula, pois os responsáveis pelos alunos transferem esse encargo para a escola; no entanto, esse não é o papel de uma unidade escolar.

O professor não educa, ele ensina. A educação tem de vir de casa, pois é moldada desde o nascimento da criança. É em casa que as pessoas devem aprender o certo e o errado. O papel de formar pessoas é dos pais. Já a responsabilidade de ensinar, de passar conhecimento é dos professores. No entanto, os docentes sabem da importância da participação dos pais como parceiros na formação escolar das crianças, para um bom desempenho. Além disso, a forma como as famílias são estruturadas pode interferir (e muito) no processo de ensino-aprendizagem.

O ensinar do professor é fundamental para a vida de todas as pessoas. É uma responsabilidade enorme. Entretanto, este profissional é desvalorizado, pelos próprios alunos, pelas famílias e pelos governos. Embora seja uma das profissões mais admiradas pela sociedade, os docentes recebem salários baixos, precárias condições de trabalho, jornada excessiva, além da indisciplina e até agressão (verbal e física) por parte dos estudantes, inclusive bullying, furto, roubo e discriminação. Estudos globais recentes mostram o Brasil como o país mais violento contra esses profissionais.

Um dos casos mais recentes de violência física contra docente foi o de Marcia Friggi, de 51 anos, professora de língua portuguesa e literatura de Indaial, em Santa Catarina, atingida por um soco no olho direito após pedir que o aluno colocasse um livro que estava entre as pernas sobre a mesa.

Essa triste realidade vem refletindo nos jovens, que já não optam em grande quantidade pela profissão de professor. Pesquisas apontam que o professor brasileiro ganha muito menos e trabalha muito mais do que em outros países. Infelizmente, a educação brasileira está atravessando uma crise assombrosa já há alguns anos.

Para frisar – e resumindo muito: é em casa que as crianças devem aprender a dizer “bom dia”, “boa tarde”, “boa noite”, “por favor”, “obrigado”, “desculpa”. Com os pais, a juventude deve aprender a ser honesta e a ter modos. Na escola, os professores ensinam matemática, português, história, geografia, ciências, química, física, língua estrangeira, biologia, filosofia, sociologia, educação física, artes. Fiquemos atentos à inversão de valores. E como dizia o professor Raimundo (Chico Anysio): “e o salário ó”.

Saúde mental, uma causa comum a todos os povos

O Dia Mundial da Saúde Mental, comemorado em 10 de outubro, próxima terça-feira, foi instituído em 1992 pela Federação Mundial de Saúde Mental. A data visa chamar a atenção pública para a questão da saúde mental global, identificando-a como uma causa comum a todos os povos, que ultrapassa barreiras nacionais, culturais e socioeconômicas. O dia também tem a finalidade de combater o preconceito contra o assunto, que precisa ser discutido.

Para a Organização Mundial da Saúde (OMS), a saúde mental é uma prioridade. As perturbações de natureza mental crescem a cada dia em todo o mundo e, independentemente de sua gravidade, trata-se de uma das principais doenças do século XXI. Algumas das doenças mentais mais comuns são: esquizofrenia, depressão, transtorno bipolar, transtorno obsessivo-compulsivo (TOC), demência, transtorno da ansiedade generalizada (TAG) e dependências químicas.

As doenças mentais são condições de anormalidade ou comprometimento de ordem psicológica, mental ou cognitiva. Alguns fatores explicam os distúrbios psiquiátricos, como, por exemplo, a genética, problemas bioquímicos, como hormônios ou substâncias tóxicas, e até o estilo de vida.

Segundo a Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), aproximadamente 30% dos brasileiros irão desenvolver algum transtorno mental ao longo de sua vida. De acordo com informações do Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde, também conhecido pelo seu nome original Biblioteca Regional de Medicina (Bireme), um centro especializado da Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (Opas/OMS), milhares de pessoas com problemas de saúde mental em todo o mundo são privadas de seus direitos humanos.

“Cuidados de má qualidade devido à falta de profissionais de saúde qualificados e instalações precárias levam a sucessivas violações”.

O Artigo 1 da Declaração Universal dos Direitos Humanos afirma que “Todos os seres humanos nascem com iguais condições de dignidade e direitos”.

A sociedade pode promover os direitos e a dignidade de pessoas com doenças mentais ao apoiar a participação na vida da comunidade; respeitar a sua autonomia para tomar decisões; garantir o seu acesso ao emprego, à educação, à habitação; incluir as pessoas que possuem transtornos mentais nos processos de tomada de decisão sobre questões que lhes dizem respeito; defender a inclusão política e social. Em contrapartida, as pessoas devem bucar e fazer o tratamento correto para sua doença. Nessa parte entra a família, pois geralmente o doente não percebe ou não admite que está precisando de ajuda, e os familiares e até as pessoas mais próximas, ao perceberem mudanças, devem alertá-lo.

Vale lembrar que as ações pontuais do Setembro Amarelo (movimento para prevenção do suicídio) terminaram com o fim do mês, porém o trabalho continua, ressaltando que esta é uma causa de morte que pode ser evitada. A Associação Brasileira de Psiquiatria estima que quase 100% dos suicídios tenham sido ocasionados por doença mental não tratada, ou tratada de forma inadequada.

“Tivemos inúmeras ações ao longo de todo mês, o que caracteriza a Campanha Setembro Amarelo como a maior campanha antiestigma do mundo. Foram diversos monumentos iluminados por todo o país, dezenas de caminhadas realizadas, palestras, simpósios e seminários para toda a sociedade, ações de panfletagem, além de quatro programas ABPTV inteiramente voltados para o tema”.

No Brasil, quem precisa de atendimento para transtornos mentais no Sistema Único de Saúde (SUS) pode procurar o Centro de Atenção Psicossocial (Caps) de seu município. O atendimento e tratamento são feitos de forma totalmente gratuita. Além disso, o Centro de Valorização da Vida (CVV) realiza apoio emocional e prevenção do suicídio, atendendo de forma voluntária e gratuita todas as pessoas que querem e precisam conversar, sob total sigilo, por telefone (141), e-mail, chat e Skype 24 horas, todos os dias. Para isso, basta acessar o site: www.cvv.org.br.

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