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Aprovada a construção de mais 156 casas populares em Extrema

Projeto Roseira 3 foi aprovado pela Caixa Econômica Federal. Prefeitura Municipal pleiteia ainda a construção do Tenentes 6 com mais 130 novas unidades

16 de janeiro de 2020

Imagens: Ascom/Pref. Extrema

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Aprovada a construção de mais 156 casas populares em Extrema

A Caixa Econômica Federal aprovou recentemente o projeto de construção do Residencial Roseira 3, local que contará com a construção de 156 unidades. O empreendimento faz parte do programa federal Minha Casa, Minha Vida (MCMV) denominado Programa Carta de Crédito FGTS Associativo – Imóvel na Planta, enquadrando famílias que tenham a renda bruta mensal no valor de até R$ 5.600,00, de acordo com a Lei Municipal 4.091/19.

Segundo a prefeitura, a classificação das famílias beneficiadas será de acordo com as inscrições e atualizações realizadas pelos mutuários referentes ao período de 2017 a dezembro de 2019. A Caixa Econômica avaliará cada inscrição e entrará em contato com o classificado através do correspondente bancário com proposta para crédito. O valor de entrada do imóvel será conforme a avaliação da renda familiar de cada mutuário, tendo a possibilidade de usar o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para esse pagamento.

A Prefeitura de Extrema apresentou para a Caixa Econômica Federal a proposta do empreendimento Roseira 3 para cadastramento junto ao Ministério do Desenvolvimento Regional, visando a expectativa de seleção no Fundo de Arrendamento Residencial (FAR), Faixa 1, destinado às famílias com renda mensal de até R$ 1.800,00. Diante da não aprovação do ministério, o município reenviou a proposta para contratação no Programa Apoio à Produção – Carta de Crédito FGTS, enquadrando-se no Faixa 2 que permite a participação de pessoas com rendas superiores ao FAR.

O programa Minha Casa, Minha Vida foi criado em 2009 pelo governo federal para dar as famílias de baixa renda a oportunidade de comprar a casa própria através da concessão de dinheiro do Governo Federal, oferecendo juros menores no financiamento do imóvel.

A Faixa 1 do programa, destinada as famílias mais carentes, contemplava o subsídio integral por parte do governo, recurso que sai do Orçamento Geral da União. Porém, a partir de 2015, o programa ficou concentrado na Faixa 2 (que recebe menos subsídio do governo e mais do FGTS), porque houve aumento no rombo nas contas públicas e restrições orçamentárias do governo federal, o que levaram a uma queda nas aprovações de projeto Faixa 1. No ano passado, segundo dados do próprio ministério, não houve contratação para a primeira faixa.

Vale ressaltar que a atual gestão de Extrema tem realizado diversos investimentos em habitação, como, por exemplo, o Residencial de Interesse Social Tenentes 5, com 229 residências e, agora, com o Residencial Roseira 3, que contará com 156 unidades habitacionais, totalizando 385 imóveis que a atual gestão disponibilizará à população extremense.

A construção dos imóveis é uma parceria de custeio pelo programa do governo federal, mas todos os valores relacionados à compra do terreno e toda parte de infraestrutura são pleiteados pela Prefeitura Municipal, incluindo obras que envolvem o escoamento de águas pluviais, iluminação pública, esgotamento sanitário, abastecimento de água potável, energia elétrica pública e domiciliar, calçamento público e vias de circulação pavimentada, totalizando um investimento de quase R$ 2,5 milhões no Tenentes 5 e uma estimativa de R$ 3.178.314,72 para as obras no Roseira 3.

Não bastassem todos os esforços do Município na aprovação das unidades e mantendo a expectativa de aprovação, a Prefeitura de Extrema se antecipa com a solicitação do projeto Tenentes 6, que contemplará a construção de mais 130 novas unidades habitacionais destinadas exclusivamente à Faixa 1 do programa Minha Casa, Minha Vida. O terreno destinado ao projeto já foi adquirido e conta com uma área de 56.832,95 m², um investimento de R$ 3.225.269,91. O objetivo é atingir famílias que se enquadrarem no disposto no regulamento estabelecido pela Caixa Econômica Federal, sendo estes critérios da instituição financeira que devem ser também obedecidos e respeitados.

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