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Hospital Municipal de Extrema já atendeu 1.498 pacientes

Inaugurado em agosto deste ano, o Hospital Municipal Dr. Roberto de Cunto, em Extrema, completará três meses de trabalho, totalizando 1.498 atendimentos neste período, sendo 711 somente no mês de outubro. A Gazeta da Cidade conversou com a secretária de Saúde, Patrícia Carneiro, que fez um balanço das atividades e falou mais sobre a atuação do hospital.

07 de novembro de 2020

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Gazeta: Qual a estrutura do Hospital Municipal hoje?

Patrícia Carneiro:  O hospital tem 40 leitos clínicos, incluindo berçário, centro cirúrgico com três salas cirúrgicas, lactário e três quartos de isolamento e antecâmara. Além da estrutura de atendimento, conta com lavanderia, elevador, refeitório, área de descanso para os profissionais e outras áreas de serviço que todo hospital deve ter. A prefeitura investiu mais de R$ 9 milhões no prédio, que, junto com o Pronto Socorro Municipal, forma um complexo hospitalar muito importante para a nossa população.

Gazeta: Há muita discussão sobre o funcionamento do hospital. Ele está funcionando?

Patrícia Carneiro: Sim, o hospital está pronto, equipado e funcionando. Se não estivéssemos numa pandemia, todos os serviços estariam disponíveis. Com a pandemia, a Secretaria de Estado de Saúde, que é o órgão que regula o funcionamento de todos os hospitais em Minas Gerais, decidiu reservar os leitos para o atendimento de Covid-19, por isto foi dada a classificação de “hospital de campanha”.

Nossa região é composta por três hospitais referência: o São Lucas, em Extrema, o Samuel Libânio, em Pouso Alegre, e o Hospital Antônio Moreira da Costa, em Santa Rita do Sapucaí. O Hospital Municipal de Extrema ainda será classificado como referência, seguindo as regras da Secretaria de Saúde de Minas Gerais.

Muito importante lembrar que o hospital não foi construído para funcionar apenas hoje ou apenas na pandemia. Ele será um importante centro médico por anos, é público e pertence ao povo, faz todos os atendimentos gratuitamente. Então, a cada etapa novos tratamentos, novos equipamentos, novas especialidades serão incorporadas, afinal a medicina está em constante evolução.

Gazeta: Quais atendimentos já são realizados hoje no hospital?

Patrícia Carneiro: No dia da inauguração do hospital, também inauguramos a Ala Pediátrica que recebeu o nome da jovem Bárbara Teles. A pediatria é uma área de grande procura em toda região e um setor em que falta leitos, por isto a Secretaria de Estado de Saúde liberou os atendimentos. São 15 leitos pediátricos com médicos, enfermeiros e toda equipe necessária trabalhando 24 horas. Os atendimentos vão desde crises respiratórias, infecções, algum acidente, até uma febre que não passa e os pais ficam preocupados.

O Hospital Municipal trouxe para o município pela primeira vez o atendimento 24 horas realizado por pediatras, oferecendo maior segurança e conforto para a população.

Gazeta: Quais os próximos planos para o Hospital Municipal de Extrema?

Patrícia Carneiro: O Hospital Municipal foi construído para ser um moderno e importante centro médico. Nele serão realizados exames, cirurgias, internações e outros procedimentos. Por ser um hospital público, deve seguir as regras do Sistema Único de Saúde (SUS), será fiscalizado pela Vigilância Sanitária do Estado e acompanhado pela Regional de Saúde do Estado.

Administrar um hospital é um trabalho de muita responsabilidade e de grande importância para a população, por isto estamos fazendo tudo da melhor maneira, tentando prestar o melhor serviço para todos.

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