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Nova variante mais transmissível e agressiva do coronavírus é identificada em Extrema

Durante essa semana, diversas amostras de casos positivos e suspeitos foram enviados para a busca da variante brasileira P.1 do coronavírus, sendo comprovada a existência da nova cepa do vírus em Extrema, confirmando a suspeita frente à mudança brusca do número de casos positivos mais agressivos da doença na cidade, sinais caraterísticos da variante. As amostras da prefeitura foram analisadas pelos pesquisadores do Instituto de Moléstias Tropicais (IMT).

26 de março de 2021

Artes: Ascom/Pref. Extrema

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A variante brasileira P.1 da Covid-19, que foi identificada pela primeira vez em Manaus, é mais transmissível, capaz de driblar sistema imune e causar reinfecção. Além disso, pode ser até 2,2 vezes mais transmissível do que as outras variantes do vírus, aponta estudo coordenado pelo professor Ester Sabino e pelo pesquisador Nuno Faria da Universidade de Oxford.

Outro destaque é que a nova cepa leva à internação de pessoas mais jovens, diferentemente do que se observava na onda anterior, quando pessoas mais idosas e com comorbidades eram as que mais precisavam ser hospitalizadas.

Essa variante foi encontrada em amostras de vários estados e cidades brasileiras, sendo hoje a principal cepa viral do Sars-Cov-2 relacionada à piora da pandemia no Brasil. Em Minas Gerais, já havia sido encontrada em outras cidades, como Extrema é ponto de partida e destino de inúmeras cidades e regiões brasileiras, esse fato contribuiu para a sua chegada na cidade.

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